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1. Ajudou a ter uma visão mais abrangente do que realmente é um projecto de mudança, assim como, identificar os recursos disponíveis a nossa volta, suas potencialidades, debilidades e, procurar tirar o maior proveito deles através de um plano de acção bem estruturado que resulte na materialização dos objectivos nele traçado, e finalmente, estabelecer parcerias, tanto a nível da instituição (com os diversos departamentos de ensino e ) e não só, de modo agregar diferentes saberes e alcançar o desejado.
2. Como inferido anteriormente, trabalharemos com os professores de diferentes departamentos num projecto interdisciplinar, que permitirá os estudantes através das acções que se levarão a cabo a ter um domínio e competências ligadas as disciplinas entrelaçadas no projecto tendo em conta a literacia ambiental.
3. Precisamos estudar com profundidade a respeito da relação escola – comunidade e identificar potenciais áreas de cooperação urgente entre ambas e criarmos linhas de resolução de problemas que podem ser resolvidos por estes, como por exemplo as queimadas anárquicas, surgimento de ravinas, reciclagem de materiais, etc.
4. Workshops que visão consciencializar os mesmos a respeito de questões ambientais;
– Formação de formadores para capacitação de agentes para EDS
– Criação de clubes de investigação sobre DS.
5. Todos os estudos de casos são interessantíssimos, porém, cada um deles tem a sua especificidade. Dentre eles, os que mais chamaram a minha atenção foram as acções da professora Nozuko e a iniciativa do Colégio Chanceler da Universidade do Malawi que implementou uma Clínica de Justiça Ambiental e Sustentabilidade (EJSC). Assim como nos outros estudos de caso, ambos tiveram o seu ponto de partida em práticas já existentes nas suas comunidades, que por alguma razão deixaram de ser observadas, como é o caso de problemas de higiene dos alunos.
Depois de analisar os projectos de mudanças, percebemos que, um projecto de desenvolvimento sustentável tem mais chances de progredir quando partimos de práticas já conhecidas, porém, mal aplicadas às novas práticas que visam trazer uma perspectiva diferente daquela em que a comunidade está habituada.
Vasconcelos Feliciano Tchitangueleca
Augusto Cacande Cotingo
Ana Alexandre Pereira Robalo
Amadeu Fonseca Chitacumula
Ndjimi D.W. Malaka