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em resposta a: Respostas às questões e preocupações de sustentabilidade #6934
Em retrospectiva e de acordo com a revisão curricular da formação de educadores de infância de nível elementar e básico do Ministério de Género Criança e Acção Social é que não existe um currículo específico para formação destes profissionais. A formação de 6 meses é feita com base no Programa Educativo para Crianças do 1º ao 5º Ano em vigor para o pré-escolar, porque não temos um currículo para este subsistema.
E dando uma vista de olho no Programa Educativo em vigor a partir do 3º ano de vida até o 5º ano de vida os conteúdos programáticos são definidos tendo em conta os temas mensais como o mundo dos animais, os alimentos etc e dá espaço para os educadores trabalhar outros temas mensais não sugeridos no respectivo Programa Educatvo. Nesse sentido penso que pode ser uma oportunidade capacitar esses educadores de infância para trabalhar os temas mensais relacionados ao ambiente e outras temáticas relacionadas com o desenvolvimento sustentável.
Em relação a lei 18/18 do Sistema Nacional de Educação no seu artigo 3, referente aos princípios gerais do SNE, e na alínea g) não considera o desenvolvimento sustentável como aspecto fundamental a considerar na formação do professor apenas cita “formar o professor como educador e profissional consciente com profunda preparação científica, pedagógica, ética, moral capaz de educar a criança, o jovem e o adulto com valores da moçambicanidade.”
Tal omissão é notável ao longo deste instrumento nos diferentes objectivos específicos dos 6 subsistemas de educação, ou seja, desde o subsistema pré-escolar até ao subsistema de ensino superior. Entretanto há novos objectivos gerais e específicos claros referentes ao género e a inclusão nesses 6 subsistemas. Eu sugiro actividades de advocacia para que o desenvolvimento sustentável seja incluso neste documento que nortea todos outros a nível macro (Ministérios e Direccões) e micro (instituições de educação pré e escolar, etc.)em resposta a: Case Studies #6812Eu gostei de todos os projectos de mudança, mas de forma particular gostei gostei do projecto de Mudança da Universidade de Namibia porque fez-me perceber que é possível capitalizar o que já tenho feito nas disciplinas que leciono. Por exemplo, na disciplina de Produção de Material Didáctico para a primeira infância e Expressão Artística Plástica trabalhamos (eu e meu colega de disciplina) com resíduos sólidos e plantas para produção de tintas e colas, entretanto não víamos além dos nossos estudantes. Com a experiencia da Namíbia, por exemplo, cheguei a conclusão de que com resíduos sólidos como papel é possível apostar na produção de qualidade de material didáctico para o desenvolvimento cognitivo bem como material para o desenvolvimento de pré – habilidades de escrita das crianças na primeira infância, ou seja, foco e empoderamento dos nossos estudantes a longo prazo num futuro com pequenas e medias empresas que produzem material didáctico para as crianças.
Por outro lado, temos a possibilidade de desenvolver a comunidade prática, a partir do projecto ao identificarmos na comunidade a redor do campus da UEM artistas plásticos e outros artesãos ou pessoas da comunidade que trabalham com o papel e outros resíduos sólidos de modo a partilhar conhecimentos e experiencias práticas.em resposta a: Apresente-se #6772Natércia Palmira De Deus Malauene. Docente da faculdade de Educação, departamento de Psicologia da Universidade Eduardo Mondlane.
Eu decidi participar do curso “sustentabilidade começa com professores” primeiro por curiosidade da perspectiva e segundo na expectativa de aprender com os outros e melhorar algumas acções desenvolvidas com os estudantes nas disciplinas de produção de material didáctico para a primeira infância e de expressão plástica, no qual o insumo (resíduos sólidos, sementes, tintas, etc.) vem do meio ambiente.
No entanto, a leitura do slide que aborda “qualidade de um bom projecto de mudança EDS” e parte das directrizes do projecto de mudança percebo que nosso curriculo não promove a educação para o desenvolvimento sustentáveis. Ou seja, as unidades temáticas dessas disciplinas e a nossa prática pedagógica não empoderam os estudantes, pelo menos a curto e medio prazo, pela “idade” do curso, apesar de desenvolver competências específicas de produzir esse materiais que pontualmente minimizam a falta de material didáctico estruturado nas instituições de infância e garantem a qualidade deste subsistema. Mas podemos fazer melhor…
Agora tenho muitas luzes verdes em mente de como tornar o currículo de licenciado em Desenvolvimento e Educação de Infância em um projecto de mudança de qualidade! -
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